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-**por Gilbert Uzeda Stivanello ** +| [[estorias_do_cap|Índice de Estórias]] | [[cap-1989|Página CAP-1989]] |
  
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-Era aquele no qual eu, a Christie, o Sílvio e outros preparávamos trouxinhas falsas de maconha e sacolés falsos de cocaína (eu os fazia em casa enchendo saquinhos pláticos com uma mistura de pó de giz, talco, etc. e selando a abertura) e então abordávamos calouros da quinta série (estávamos na sétima), oferecendo-lhes a droga em algum canto do colégio. A maioria entrava em pânico, mas houve até que tivesse cheirado (Quinteiro, por exemplo). 
  
-Depois foi perdendo graça daí eu passei a ameaçar os mais medrosos dizendo quese eles não queriam usarera até bom, pois na venda não aceitávamos viciadosDaí eu os recrutava para venderem para outros novatos os obrigava ficarem nos cantos do pátio, com os sacolés no bolso esperando algum desavisado passar perto para oferecerem. Dizia que se falhassem morreriam daí os moleques passavam um recreio inteiro apavorados e se imaginando traficantes, enquanto eu, a Christie e outros circulávamos de longe só observando, para manter o clima de intimidação... Durou mais de uma semana, até que um dos nossos vendedores (o Ovoacabou na coordenação quando tentou vender o "produto" para um molequinho que saiu correndo apavorado, chorando e gritando. Como ele não dedou a galera, virou nosso protegido depois do fato. +Era aquele no qual eu, Christie, o Sílvio e outros preparávamos trouxinhas falsas de maconha sacolés falsos de cocaína (eu os fazia em casa enchendo saquinhos pláticos com uma mistura de pó de giztalcoetc. e selando abertura) então abordávamos calouros da quinta série (estávamos na sétima)oferecendo-lhes "droga" em algum canto do colégioA maioria entrava em pânicomas houve até quem tivesse cheirado (Quinteiro, por exemplo).
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 +Depois foi perdendo a graça e daí eu passei a ameaçar os mais medrosos dizendo que, se eles não queriam usar, era até bom, pois na venda não aceitávamos viciados. Daí eu os recrutava para venderem para outros novatos e os obrigava a ficarem nos cantos do pátio, com os sacolés no bolso, esperando algum desavisado passar por perto para os oferecerem. Dizia que se falhassem morreriam e daí os moleques passavam um recreio inteiro apavorados e se imaginando traficantes, enquanto eu, a Christie e outros circulávamos de longe só observando, para manter o clima de intimidação... Durou mais de uma semana, até que um dos nossos vendedores (o Ovo) acabou na coordenação quando tentou vender o "produto" para um molequinho que saiu correndo apavorado, chorando e gritando. Como ele não dedou a galera, virou nosso protegido depois do fato.
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